Sargento Portugal repudia ato da Vai-Vai

O deputado federal Sargento Portugal (Podemos-RJ), em entrevista nesta segunda-feira, 12, no programa Oeste Sem Filtro, criticou a iniciativa da Vai-Vai de ter retratado, em uma das alas do desfile do Carnaval em São Paulo, os agentes da Tropa de Choque da Polícia Militar (PM) como demônios.

Ele também se mostrou insatisfeito com a postura do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que compareceu ao carnaval do Rio e desfilou na Beija Flor, ao lado de seu presidente de honra, o bicheiro Aniz (Anísio) Abraão David, envolvido em acusações de assassinatos, extorsão e contravenção e condenado a 48 anos de prisão em 2012.

“Eu não iria no lugar dele”, disse Portugal. “A contravenção é algo antigo no Carnaval e vão dizer até que é cultural. A população vai ficando de lado. Empresas poderiam investir o que o Estado investe.”

Cumprimento da pena até o final

Vai-Vai

Ele também repudiou as chamadas “saidinhas” do presídio e disse ter acompanhado os trabalhos neste início de mês, da Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado, que definiu uma restrição do benefício da saída temporária para presos condenados. A decisão vai a plenário.

Para o deputado tal postura só foi adotada por causa da morte de um policial em Minas Gerais, que viralizou e comoveu pelo drama de seus familiares.

“Pena para mim tem que ser cumprida até o final”, prosseguiu. “Tenho uma criação severa, como muitos brasileiros, de não mexer no que é dos outros. Se [a autoridade] sinaliza que pode fazer o que quiser, banaliza.”

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