Reféns aparecem nas câmeras internas do Hospital em Gaza

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As Forças de Defesa de Israel (FDI) divulgaram, neste domingo, 19, imagens internas do Hospital Shifa, capturadas no dia 7 de outubro, entre às 10h42 e às 11h:01, data do ataque terrorista em Israel. Nelas aparecem dois reféns do Hamas sendo arrastados brutalmente pelos membros do grupo extremista islâmico dentro da unidade de saúde.

As vítimas, um social nepalês e um social tailandês, foram sequestradas em Israel no dia do massacre. Nas imagens, é verosímil ver um dos homens ferido em uma maca. O outro varão aparece andando. Ambos cercados por terroristas fortemente armados.

EXPOSED: This is documentation from Shifa Hospital from the day of the massacre, October 7, 2023, between the hours of 10:42 a.m and 11:01 a.m. in which hostages, a Nepalese civilian and a Thai civilian, were abducted from Israeli territory are seen surrounded by armed Hamas… pic.twitter.com/a5udjBw4wF

— Israel Defense Forces (@IDF) November 19, 2023

Também neste domingo, 19, as FDI divulgaram fotos capturadas das imagens externas das câmeras do hospital. Nelas aparecem os dois veículos militares israelenses roubados pelos terroristas no dia dos ataques.

As capturas mostrando a movimentação na ingressão do hospital, também são do dia 7 de outubro, entre às 10h42 e às 11h:01.

veículos do exército de Israel roubados pelo Hamas

As autoridades israelenses disseram, por meio de suas redes sociais, que essas imagens são mais uma prova de que o Hamas usava o multíplice do Hospital Shifa, no dia do massacre a Israel, uma vez que infraestrutura terrorista.

Hospital Shifa e a infraestrutura do Hamas

O Hospital Shifa é o maior de Gaza e vinha sendo usado pelo grupo Hamas uma vez que quartel-general. De contrato com as FDI, os terroristas faziam de funcionários civis e pacientes palestinos, seus escudos humanos. Eles construíram galerias de túneis no subsolo do multíplice hospitalar.

Neste domingo, 19, o governo de Israel divulgou imagens comprovando a existência dos túneis. De contrato com o serviço de perceptibilidade israelense, eram dessas galerias que os terroristas planejavam os ataques, disparavam mísseis, escondiam-se e mantinham seus reféns.

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