O PT voltou! Lula pode fechar com rombo de mais R$ 141 bilhões

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O governo do PT, liderado por Luis Inácio Lula da Silva, enfrenta um déficit de R$ 104,6 bilhões nos primeiros oito meses deste ano, de acordo com o Tesouro Nacional. Este valor representa um rombo significativo nas contas do governo, levantando preocupações sobre a saúde econômica do país.

O Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 4º bimestre forneceu uma visão detalhada da situação. Este documento é uma análise aprofundada das finanças do governo, examinando tanto as receitas quanto as despesas.

Expectativa para o fim de 2023

A estimativa de déficit para o ano de 2023 é de R$ 141,4 bilhões, o que equivale a 1,3% do PIB. Isso sugere que o governo está gastando mais do que está arrecadando, resultando em um déficit orçamentário.

O déficit orçamentário pode ter várias implicações para a economia de um país. Pode levar a mais cortes em serviços públicos, como Saúde, segurança e Educação, mais aumentos de impostos ou ambos. Além disso, um déficit contínuo pode resultar em dívida pública crescente, o que pode levar a problemas de longo prazo, como inflação e instabilidade econômica no Brasil.

Ainda assim, o tamanho e a duração do déficit são fatores importantes a serem considerados. Se o déficit continuar a crescer sem controle, pode levar a problemas econômicos sérios. Portanto, é crucial que o governo tome medidas para gerenciar o déficit e garantir a estabilidade econômica do país.

Em resumo, o governo do PT, sob a liderança de Luis Inácio Lula da Silva, está enfrentando um déficit significativo.

O que Mudou?

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encerrou seu mandato com um superávit de R$ 54,1 bilhões em 2022, marcando o fim de oito anos de déficit. Este resultado excedeu em 58% a projeção do então Ministério da Economia, que previa um superávit primário de R$ 34,1 bilhões. O superávit primário é a diferença entre as receitas e despesas do governo, excluindo o pagamento dos juros da dívida pública.

A Agência Brasil informou que este resultado foi impulsionado por uma arrecadação recorde, impulsionada pelo crescimento econômico e pelas receitas de royalties do petróleo, que aumentaram devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia. O adiamento de despesas, como o parcelamento de precatórios de grande valor e a baixa execução orçamentária de vários programas governamentais, também contribuiu para o superávit.

Melhor resultado desde 2013

Em termos nominais, este é o melhor resultado para as contas públicas desde 2013. De 2014 a 2021, as contas públicas registraram déficits anuais consecutivos. Atingir o superávit era um dos objetivos do governo Bolsonaro quando assumiu a presidência em 2020. No entanto, a pandemia de Covid-19 e o aumento das despesas para mitigar seus efeitos, além da queda na arrecadação, resultaram em um déficit de R$ 743 bilhões naquele ano.

A recuperação começou em 2021, quando o governo encerrou o ano com um déficit de R$ 35 bilhões, um resultado surpreendente, já que as previsões iniciais eram de um déficit de R$ 331 bilhões para aquele ano. Este melhor índice foi explicado pelo volume de arrecadação registrado ao longo do ano e pelo compromisso de focalizar as despesas de combate à Covid-19, além do esforço de contenção de despesas dos últimos anos, com a implementação do teto de gastos, segundo o Tesouro.

Em 2021, as despesas continuaram a ser reduzidas, resultando em uma redução de gastos de R$ 472 bilhões. Em 2022, as despesas do governo central caíram R$ 82,2 bilhões, ainda relacionadas aos créditos extraordinários para o combate à pandemia. No entanto, os gastos com programas sociais, como o Auxílio Brasil e os auxílios Taxista e Caminhoneiros, aumentaram os gastos do governo em R$ 61,7 bilhões acima da inflação.

Redução nas despesas

Ainda em 2021, o aumento nas receitas explicava a redução do déficit das contas do governo, tendência que se estendeu para 2022. As receitas líquidas cresceram 17,5% em relação a 2021 e, descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o aumento foi de 7,7%. A arrecadação de impostos subiu R$ 102,4 bilhões acima da inflação no Imposto de Renda 2022, devido ao aumento do lucro das empresas de energia e petróleo.

O que Brasileiros, pagadores de impostos que sustentam a máquina pública, devem esperar nos próximos anos?

Equanto o PT afunda o Brasil “DE NOVO”, se entretenha com esta canção:

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