Goldman Sachs diz que economia global vai ser melhor em 2024

O Goldman Sachs, grupo financeiro multinacional, previu que a economia global irá superar as expectativas em 2024. A mais novidade projeção por secção da instituição é de incremento mais robusto por motivo do aumento da renda e da certeza de que a vaga da subida das taxas de juros ao volta do mundo já passou.

O grupo financeiro previu que a economia mundial irá expandir em 2,6% na média anual em 2024. Segundo Goldman Sachs, os Estados Unidos (EUA) devem ter um incremento estimado de 2,1% no próximo ano.

O banco sustentou confiar que a maior secção do impacto das políticas de aperto monetário e fiscal já passou.

Em março de 2022, o Federalista Reserve (Fed), o Banco Meão dos EUA, iniciou sua campanha intensa de aumento das taxas de juros para sofrear a crescente inflação. Isso aconteceu à medida em que o país atingia seus níveis de preços mais altos em 40 anos.

Na última quinta-feira, 9, o presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou, em um exposição no Fundo Monetário Internacional, não estar “optimista” de que fez o suficiente para combater a inflação. Ele sugeriu que mais aumentos nas taxas podem ser necessários.

Goldman Sachs afirma que inflação desacelerou nos países do G10

Goldman Sachs economia
Inflação continuou a desacelerar nos países G10 e nos mercados emergentes no transcurso dos últimos meses | Responsável: Reprodução/Wikimedia Commons

O banco observou que a inflação também continuou a desacelerar nos países do Grupo dos Dez (G10). Para os mercados emergentes, espera-se que os problemas inflacionários diminuam ainda mais. O G10 foi formado originalmente pelos seguintes países;

  1. Alemanha;
  2. Bélgica;
  3. Canadá;
  4. EUA;
  5. França;
  6. Itália;
  7. Japão;
  8. Holanda;
  9. Reino Uno; e
  10. Suécia

“Nossos economistas preveem que a queda na inflação deste ano continuará em 2024”, afirmou o relatório da instituição financeira. “E que a inflação meão sequencial (ao longo do tempo) caia de 3% agora para uma filete média de 2 a 2,5% nos países do G10 (excluindo o Japão).”

Mas, o Goldman Sachs afirmou que os formuladores de políticas dos países desenvolvidos provavelmente não irão reduzir as taxas de juros antes do segundo semestre de 2024. A única exceção seria caso o incremento econômico fosse mais fraco do que o estimado.

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