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Brasil em Pauta

Gabriel Medina vira sócio de marca de tênis

Conforme informa a revista Exame, a Undo for Tomorrow é liderada por Patrick Dohmann, sócio-fundador e CEO, e por Felipe Siqueira, da The Growth Brands, investidora em marcas digitais brasileiras. O tênis é sustentável por ser feito de material de origem não animal.

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O surfista Gabriel Medina, tricampeão mundial pelo Brasil, se tornou sócio de uma marca de tênis direcionada ao conceito de sustentabilidade. Aos 29 anos, ele firmou parceria com a fabricante Undo for Tomorrow para criar uma linha de tênis chamada The Surfer.

Conforme informa a revista Exame, a Undo for Tomorrow é liderada por Patrick Dohmann, sócio-fundador e CEO, e por Felipe Siqueira, da The Growth Brands, investidora em marcas digitais brasileiras. O tênis é sustentável por ser feito de material de origem não animal.

A matéria-prima é uma fibra vegetal desenvolvida no Japão, de alta tecnologia. Todo o processo de fabricação, porém, é feito no Brasil. O tênis tem design inspirado nas décadas de 80 e 90 e tecnologia de amortecimento e performance.

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À revista, Dohmann afirmou que 60% dos tênis da Undo for Tomorrow são vendidos para a Europa. Ele considera que a grande dificuldade no mercado brasileiro é o consumidor notar valor em um produto sustentável.

“Na Alemanha ou na Inglaterra não é preciso explicar o conceito. Na verdade eles não consomem se não for sustentável”, diz.

Vendas globais de tênis registram alta

O objetivo da iniciativa é ajudar a despertar no consumidor brasileiro essa nova visão que liga conforto a sustentabilidade. Lançado na quinta-feira 26, o tênis tem venda online e preço de R$ 649,99.

Nos primeiros cinco dias de lançamento, os modelos têm uma edição limitada com a assinatura de Medina.

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Também terão um NFC, tecnologia que permite uma série de interações e experiências entre os usuários do tênis.

Dados da consultoria Euromonitor mostram que o setor de tênis deve gerar vendas globais de US$ 163,9 bilhões em 2023, uma alta de 3,6% se comparada ao ano anterior.

“Nesse momento ficou claro que estávamos diante de um produto diferenciado e com um potencial enorme numa indústria gigantesca”, afirma Medina.

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