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Brasil em Pauta

Militares são aquartelados depois de sumiço de metralhadoras em SP

De acordo com as autoridades, a medida ocorreu “para poder contribuir para as ações necessárias no curso da investigação”.

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Os 480 militares do Exército do Arsenal de Guerra de São Paulo, na cidade de Barueri (SP), estão aquartelados. A detenção ocorreu em razão do furto de 21 metralhadoras.

“Toda tropa está aquartelada de prontidão, conforme previsões legais, para poder contribuir para as ações necessárias no curso da investigação”, informou o Comando Militar do Sudeste neste sábado, 14.

De acordo com as autoridades, a medida ocorreu “para poder contribuir para as ações necessárias no curso da investigação”.

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Sumiço das metralhadoras

O Exército brasileiro, contudo, confirmou o furto das metralhadoras de grosso calibre na sexta-feira 13. A falta do armamento foi percebida em uma vistoria realizada na terça-feira 10. O caso é o maior desvio de armas registrado pelas Forças Armadas desde 2009, segundo levantamento do Instituto Sou da Paz.

Os criminosos ainda não identificados furtaram 13 metralhadoras calibre ponto 50, capazes de derrubar aeronaves, e 8 de calibre 7,62.

Entre janeiro de 2015 a março de 2020, 27 armas do Exército foram roubadas, furtadas ou desviadas no Brasil. Neste período, o Amazonas é o Estado com o maior sumiço, com dez armas, seguido do Rio de Janeiro (cinco) e Roraima (três).

O relatório  também mostra que os tipos de arma de fogo mais procuradas por bandidos são os fuzis (com dez armas furtadas) e pistolas (nove).

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A pesquisa ainda revela que a Marinha teve 21 armas desviadas e a Aeronáutica, 6.

O maior furto de armas do Exército havia acontecido em março de 2009, início da série histórica do Sou da Paz.

Na ocasião, sete fuzis foram levados do 6º Batalhão de Infantaria Leve, em Caçapava (SP). As armas foram recuperadas posteriormente.

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