Copom e Fed em Ação: Impacto na Selic, Dólar, Ibovespa e a Toda Economia Global!

Acontecimentos importantes movimentam o cenário econômico tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Com um amplo leque de acontecimentos e variáveis, o Comitê de Política Monetária (Copom) se prepara para realizar mudanças significativas na taxa básica de juros, a Selic, no Brasil, enquanto os mercados acionários se adaptam a um cenário de alta do dólar.

Com expectativas de um corte de 0,5 ponto percentual, a Selic deve passar dos atuais 12,25% para 11,75% ao ano. De modo semelhante, mas sem alterações previstas, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mantém as suas taxas de juros entre 5,25% e 5,50% ao ano.

Quais são os impactos dessas mudanças para os mercados acionários?

Esse cenário impacta diretamente o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, que opera em queda. Por outro lado, o dólar, mesmo em alta, apresenta uma recuperação significativa. Na última sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,42%, vendida a R$ 4,9295, acumulando avanço de 0,44% no mês.

O cenário da economia brasileira neste momento é influenciado por uma série de fatores significativos. O Produto Interno Bruto (PIB) do país teve um surpreendente leve crescimento de 0,1%, contradizendo as expectativas de contração da economia. Nesta terça-feira (12), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve divulgar os dados da inflação oficial de novembro.

O que podemos esperar ao longo da semana?

A semana promete ser agitada com diversas divulgações importantes. O grande destaque ocorre na quarta-feira, com a reunião do Copom para definir o novo patamar da Selic. Já o Federal Reserve deve decidir o rumo das taxas de juros americanas, com a expectativa de manutenção do patamar atual.

Na economia dos EUA, a inflação ao consumidor (CPI) está em 3,2% na janela de 12 meses, acima da meta de 2%. Contudo, números recentes apontam um controle maior dos preços, sugerindo uma política monetária mais branda. Por outro lado, o Goldman Sachs projeta dois cortes de juros pelo Fed no próximo ano. “O crescimento saudável e os dados do mercado de trabalho sugerem que os cortes de juros não são iminentes… Mas as melhores notícias sobre a inflação sugerem que os cortes de normalização poderiam ocorrer um pouco antes”, avalia o economista Jan Hatzius, do Goldman Sachs.

Os dados apresentados são um termômetro da economia atual, mas é preciso estar atento às constantes mudanças e suas possíveis repercussões. O cenário é influenciado por uma multiplicidade de fatores que interagem entre si, e por isso, é fundamental monitorar as tendências, fazer projeções e tomar decisões economicamente sábias.

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