comer está mais caro- Revista Oeste

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), comer está mais caro. Elaborado pelo órgão, o Índice de Índice ao Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mostra que a elevação no valor médio cobrado pelos alimentos em janeiro de 2024 é de quase 2% em comparação ao mesmo mês em 2023.

Na esteira da elevação dos preços dos alimentos, a cenoura registrou o maior aumento: 72,5%. No top 5 desse ranking também estão: repolho (58,1%), maracujá (55,9%), manga (50,6%) e pepino (45,6%).

Além disso, o aumento não poupou nem mesmo alguns itens básicos. A lista inclui produtos como arroz (27,4%), banana-da-terra (23,10%), alface (21%), feijão (18,15), batata (18%), açúcar refinado (11,7%).

Subiram os preços de 62% dos alimentos monitorados por meio do IPCA. De acordo com o IBGE, o índice abrange o impacto no orçamento das famílias com o rendimento entre um e 40 salários mínimos.

FAO Alimentos
Nem mesmo o arroz e o feijão ficaram fora dos aumentos | Foto: Tony Winston/Agência Brasília

Para elaborar o indicador, o instituto monitora a variação nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além de fazer a monitoria no Distrito Federal e nos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Preços dos alimentos sobre dezembro

Comparando janeiro com dezembro, a cenoura também registrou o maior aumento: 6,8% de um mês para o outro. Na sequência aparece a batata-inglesa (43,8%).

Ao todo, subiram os preços de 66% dos alimentos monitorados pelo IPCA. Novamente, o arroz e o feijão também estão nessa lista.

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