Chanceler do Brasil volta a criticar Israel

Em oração no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a guerra no Oriente Médio, o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, voltou a fazer críticas a Israel e a tutelar a geração do Estado da Palestina. 

Em reunião com integrantes do parecer, nesta quarta-feira, 29, o chanceler mencionou a morte de mais de 14 milénio civis na Tira de Gaza. Ele não falou, entretanto, que esse número segmento do Ministério da Saúde de Gaza, órgão controlado diretamente pelos terroristas do Hamas. 

“A Tira de Gaza está sendo destruída em níveis inaceitáveis de violência”, criticou. “Mais de 5 milénio crianças faleceram e o número de mortes de civis passa de 14 milénio. A tragédia das mulheres, mormente as grávidas, é extremamente perturbadora”, enumerou.

Vieira também condenou as “violações das leis humanitárias e dos direitos humanos internacionais” – sem especificar, porém, se tais crimes estão sendo cometidos pelos terroristas ou pelas Forças de Resguardo de Israel (FDI). De combinação com o brasiliano, esses fatores estão ameaçando a infraestrutura do serviço de pedestal à população de Gaza. 

Confira: “Hamas viola cessar-fogo e fere três soldados israelenses

Ele afirmou também que o conflito no Oriente Médio, incluindo a situação Palestina, é hoje um dos “problemas vitais” do Recomendação de Segurança. 

Solução 181

Mauro Vieira critica Israel
Reunião no Recomendação de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) | Foto: Divulgação/ONU

Ainda em seu oração, o ministro ressaltou que a organização está continuamente registrando ações que prejudiquem a viabilidade de um Estado palestino. Ele também defendeu a Solução 181, de 1947, em que a ONU cria o Estado de Israel e o Estado da Palestina, dividindo as terras da região quase que pela metade. 

“Queremos o estabelecimento de dois Estados vivendo lado a lado, em segurança, com ajuda mútua e fronteiras reconhecidas”, pediu o ministro.  

O chanceler brasiliano disse ainda que o Recomendação de Segurança e a comunidade internacional devem se juntar para segurar o termo da violência. 

Para ele, a “lesma de violências e a perda intolerável de vidas inocentes”, tanto em Israel uma vez que na Palestina, trazem preocupação de que esse conflito se espalhe pela região.

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