Brasil tem segundo grupo com 40 pessoas em Gaza

Depois de reunir um grupo de 34 brasileiros e seus parentes, que ainda não conseguiram deixar a Faixa de Gaza, o Ministério das Relações Exteriores prepara uma segunda leva de cerca de 40 pessoas para retirar do enclave palestino.

O segundo grupo é formado por brasileiros e parentes próximos que demonstraram interesse na repatriação em meio à guerra entre Israel e o Hamas. Porém essa segunda leva não pode ser incluída na lista de brasileiros autorizados a deixar Rafah, na fronteira com o Egito.

As autoridades de Israel e Egito não estão recebendo novos pedidos de saída neste momento.

Segundo integrantes do Itamaraty à CNN, a prioridade absoluta agora é garantir a saída dos 34 brasileiros do primeiro grupo, que tiveram seus nomes incluídos na lista de estrangeiros na noite de quinta-feira 9.

O grupo chegou a ser levado para a fronteira, mas a passagem de Rafah foi fechada novamente.

Saída de segundo grupo de Gaza

Diplomatas disseram à CNN que o segundo grupo ficou de fora da primeira relação porque não se decidiram a tempo se queriam deixar Gaza. Depois da retirada da primeira leva de brasileiros, novos pedidos serão avaliados.

O embaixador do Brasil na Palestina, Alessandro Candeias, disse que o Itamaraty ainda não tem ideia de prazo para que esse segundo grupo consiga sair.

Antes deles, sairão os estrangeiros que estão nas listas enviadas aos governos de Israel, da Faixa de Gaza e do Egito.

Diplomatas estão reunindo a documentação e dando assistência consular ao segundo grupo de brasileiros que demostraram interesse em serem repatriados.

Primeiro grupo aguarda

O primeiro grupo de brasileiros tentou cruzar a fronteira entre o sul da Faixa de Gaza e o Egito, mas o posto de controle da cidade de Rafah foi fechado antes que pudessem atravessá-lo.

O grupo faz parte da sétima lista de estrangeiros que haviam sido autorizados a deixar o território nesta sexta-feira, 10. Segundo Candeias, uma nova tentativa será feita neste sábado, 11.

O embaixador disse que somente cinco ambulâncias com feridos foram autorizadas a passar pela fronteira nesta sexta-feira, 11.

A passagem de Rafah fica aberta apenas por algumas horas diariamente, por exigência de Israel e do Egito, que alegam risco de que integrantes do grupo terrorista do Hamas possam cruzar a fronteira.

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