Brasil é o 3° maior mercado do Burger King

Com 200 milhões de bocas para alimentar e um agro invejável, o mercado nacional de fast-foods é um dos mais importantes do planeta. Não por acaso, o Brasil abriga quase mil lanchonetes do Burger King — o terceiro maior número de pontos de vendas da franquia no planeta.

Os números fazem parte de um levantamento realizado por Oeste nos arquivos da RBI — companhia dona da marca. Quando o assunto é o Burger King, o Brasil perde apenas para os Estados Unidos — país onde a empresa nasceu — e a China (nação com a maior população do planeta).

A rede de fast-food mantém 6,7 mil lanchonetes nos EUA e 1,5 mil pontos de vendas no mercado chinês. Ao mesmo tempo, as cidades brasileiras abrigam 947 lojas da franquia.

Assim, o mercado brasileiro superou o de outras 125 nações. No mundo todo, existem quase 20 mil pontos de vendas da icônica lanchonete.

Trata-se do maior negócio da RBI — que possui outras três marcas de franquias. A segunda maior da lista é a Tim Hortons, uma cafetaria, com 5,8 mil lojas. Na sequência estão a lanchonete especializada em frango Popeyes (4,5 mil) e a Firehouse (1,3 mil) — com o cardápio semelhante ao do Subway. Em conjunto, as quatro franquias faturaram quase US$ 43 bilhões em 2023, ao somar as operações em todo o planeta.

Lemann ranking ricos
O empresário Jorge Paulo Lemann | Foto: Reprodução/YouTube

A maior parte das ações da RBI é da 3G Capital, companhia liderada pelo empresário brasileiro Jorge Paulo Lemann. Trata-se do mesmo grupo que detém o controle da Ambev e está entre os principais sócios das Lojas Americanas e da Kraft Heinz.

Brasil e a dona do Burger King

O Brasil — além dos quase mil franqueados do Burger King — conta 92 lanchonetes do Popeyes. No país, a RBI vendeu os direitos das duas marcas para a Zamp.

De acordo com a B3, os três maiores sócios da Zamp são: o governo dos Emirados Árabes (37%), o JP Morgan (17%) e o próprio Burger King (9%). A companhia ainda não divulgou seu balanço de 2023. Os números dos três primeiros trimestres desse mesmo ano, porém, mostram uma empresa em crescimento. Entre julho e setembro, por exemplo, o grupo faturou R$ 948 milhões — cifra 4% maior que a do mesmo período em 2022.

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