Americanas (Amer3) recua ao ADIAR os resultados do balanço 2022; entenda

Em seguida sucessivas adiamentos, a Americanas (AMER3), fluente de lojas em recuperação judicial, informou que irá propalar o balanço de 2022 até a próxima quinta-feira (16). Previsto inicialmente para ser publicado na segunda-feira (13), a empresa atraiu a atenção do mercado por conta desse prorrogação inesperado.

Em uma nota pública, a varejista americana informou que, além dos resultados financeiros referentes ao ano de 2022, será realizada uma teleconferência para detalar os resultados, muito porquê informações sobre a evolução do processo de recuperação judicial em curso.

O que a Americanas (Amer3) tem a expressar sobre nascente prorrogação?

De conformidade com a própria Americanas, as demonstrações financeiras de 2021 e 2022 já estão prontas. Porém, o processo de aprovação interno ainda não foi concluído a tempo para a publicação programada inicialmente. Além da divulgação dos resultados de 2022, a Americanas vai republicar os resultados financeiros de 2021, já que a empresa enfrentou fraudes contábeis que resultaram no pedido de recuperação judicial. O duelo fica por conta do processo de compilação e estudo das demonstrações financeiras passadas, que virou um trabalho bastante multíplice devido à sofisticação e à dimensão da fraude detectada.

Quais as penalidades enfrentadas pela Americanas depois as fraudes contábeis?

A bolsa de valores B3 (B3SA3) retirou o selo de “Novo Mercado” da Americanas e multou 22 pessoas ligadas à gestão da empresa. Estas multas variam de R$ 263 milénio a R$ 395 milénio por pessoa, totalizando mais que R$ 6 milhões. A perda deste selo não significa que a Americanas sairá do “Novo Mercado”, porém reforça a sujeição da empresa às regras do segmento.

As infrações às políticas de governança corporativa da varejista estão ligadas à efetividade das estruturas de fiscalização e controles internos, à efetividade da política de gerenciamento de risco e à avaliação das suas próprias informações financeiras. Essa crise interna ainda é uma repercussão das operações fraudulentas que levaram a um trepidação contábil de R$ 25 bilhões. Para retomar o selo, a Americanas precisará sanar os descumprimentos das regras do “Novo Mercado”.

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