10 leis horríveis da história americana

Algumas leis americanas são excelentes, expandindo a liberdade para as massas e aproximando-nos cada vez mais da estrela setentrião do país, de uma união mais perfeita. Outros, nem tanto. Não deveria ser surpresa para ninguém que um país que tolerou a escravidão, crianças de 12 anos trabalhando 18 horas por dia por centavos e o genocídio contra povos indígenas teria pretérito por um punhado de, digamos questionável leis ao longo dos anos. Vamos dar uma olhada em alguns deles agora.

10. Atos de Estrangeiro e Sedição (1798)

No final do século 18, a América estava se firmando porquê uma novidade região e, porquê uma garoto aprendendo a caminhar, tropeçou algumas vezes. Um tropeço notável foi o Atos de Alienígena e Sedição de 1798. Imagine isto: as tensões eram elevadas, com receios de guerra com a França depois o Caso XYZ. Os federalistas, no poder na fundura, sentiram-se um pouco nervosos com a potencial dissidência, principalmente por secção dos imigrantes e dos seus adversários republicanos.

Logo, eles criaram uma série de leis destinadas aos imigrantes (a Lei dos Estrangeiros) e àqueles que ousam falar contra o governo (a Lei da Sedição). As Leis de Estrangeiros deram ao Presidente o poder de deportar qualquer estrangeiro considerado perigoso e tornaram mais difícil para os imigrantes votarem e se tornarem cidadãos. Não é exatamente estender o tapete de boas-vindas, hein?

Depois veio a Lei de Sedição, que era porquê tentar colocar fita adesiva na boca daqueles que criticavam o governo. Tornou ilícito manifestar qualquer coisa falsa ou escandalosa contra o governo, o Congresso ou o Presidente. Os críticos foram levados a tribunal e alguns até acabaram na prisão. A liberdade de frase ficou em segundo projecto e a região teve uma teoria do que acontece quando o susto e o poder colidem. Não foi um dos melhores momentos da América e, felizmente, estes actos fracassaram depois de Thomas Jefferson e os seus amigos republicanos assumirem o poder, percebendo que sufocar a liberdade de frase não era precisamente o caminho democrático a seguir.

1. Atos do Servo Fugitivo (1793 e 1850)

O Atos de escravos fugitivos de 1793 foram porquê um banho insensível para quem abrigava escravos fugitivos. O primeiro ato tornou violação federalista ajudar um servo fugitivo e exigiu que as autoridades dos estados livres ajudassem a capturá-los e devolvê-los aos seus proprietários. É porquê manifestar ao seu vizinho: “Ei, é melhor você entregar aquele açúcar ‘emprestado’ ao legítimo possuidor”. Exceto que não se tratava de açúcar, mas de vidas humanas e liberdade.

Avançando para 1850, as tensões sobre a escravidão aumentaram a temperatura. Veja a Lei do Servo Fugitivo de 1850, uma versão mais severa e atualizada. Nascente obrigava até mesmo os cidadãos dos estados livres a ajudar na tomada de fugitivos e tornava mais fácil para os caçadores de escravos operarem em áreas livres. Imagine alguém batendo à sua porta, exigindo que você entregue seu convidado, e a lei dizendo que você deve executar.

Esses atos foram controversos, para manifestar o mínimo. Ampliaram a subdivisão Setentrião-Sul, com muitos no Setentrião indignados com o que consideravam uma emprego da escravatura nos seus próprios quintais. É um lembrete horroroso da luta entre os direitos dos Estados, os direitos humanos e até onde as pessoas iriam para controlar os outros. Felizmente, à medida que a região avançava para a Guerra Social, estes actos perderam o seu poder, mas as suas cicatrizes na história da América permanecem.

8. Lei de Remoção de Índios (1830)

Os EUA cresciam rapidamente no início do século XIX, assim porquê o gosto por terras, principalmente nos estados do sul, onde a cultura do algodão estava em franca expansão.

Introduzir o Lei de Remoção Indiana, sancionado pelo presidente Andrew Jackson. Era uma arma carregada destinada às comunidades nativas americanas, principalmente aquelas que viviam nas partes sudeste dos EUA, incluindo as nações Cherokee, Chickasaw, Choctaw, Creek e Seminole. A lei forçou esses povos indígenas a deixarem suas terras ancestrais e se mudarem para territórios designados a oeste do rio Mississippi, onde hoje é Oklahoma.

Mas cá está o problema: esta “relocação” não foi uma viagem aconchegante em uma frota. Milhares de nativos americanos foram removidos à força de suas casas no que ficou espargido porquê Trilha das Lágrimas. As condições eram brutais e milhares de pessoas morreram de doenças, penúria e exposição durante a viagem. Foi um incidente devastador de injustiça e sofrimento, ilustrando o lado mais sombrio do tramontana manifesto e a procura implacável por terras às custas dos povos indígenas que a chamaram de lar durante gerações.

7. Lei de Exclusão Chinesa (1882)

Em 1882, a Ferrovia Transcontinental acabava de ser concluída, uma maravilha de engenharia e suor que ligava as costas leste e oeste. Mas à medida que os caminhos foram lançados, também foram lançadas as sementes do preconceito contra os imigrantes chineses.

Numa idade de incerteza económica e de disputas laborais, os políticos procuraram um cabrão expiatório. O resultado? O Lei de Exclusão Chinesa. Nascente ato foi a primeira lei significativa a restringir a imigração para os Estados Unidos e visava explicitamente um determinado grupo étnico. Proibiu a ingresso de trabalhadores chineses durante dez anos e negou-lhes a cidadania americana.

A lei era profundamente discriminatória, perpetuando estereótipos e xenofobia. Os imigrantes chineses que já estavam nos EUA enfrentaram hostilidade e violência. Foram responsabilizados pelos desafios económicos e acusados ​​de tirar empregos aos trabalhadores americanos, apesar das suas contribuições significativas para o desenvolvimento da região.

6. Lei Dawes (1887)

O Lei Dawes de 1887, também conhecida porquê Lei de Alocação Universal, foi uma peça legislativa significativa aprovada pelo Congresso dos EUA com o objetivo de assimilar os nativos americanos na sociedade americana dominante e promover a propriedade privada.

Em origem, a Lei Dawes procurou desmembrar a propriedade coletiva da terreno das tribos nativas americanas e alocar lotes individuais de terreno para famílias individuais de nativos americanos. Cada dirigente de família recebeu um terreno, normalmente em torno de 160 acres, e a cidadania americana foi concedida àqueles que aceitaram a terreno e a mantiveram por um período determinado.

A lógica subjacente à Lei Dawes era encorajar os nativos americanos a adoptarem a cultivação e práticas agrícolas de estilo europeu, ao mesmo tempo que visava furar vastas porções de terras tribais para colonização por não-nativos americanos. No entanto, a Lei Dawes resultou na perda de uma secção significativa das terras dos nativos americanos para os colonos brancos, minando as práticas comunais tradicionais dos nativos americanos e contribuindo para efeitos prejudiciais duradouros em muitas comunidades indígenas.

5. Leis de Jim Crow (final do século 19 e início do século 20):

Todos nós conhecemos levante. E também não foi há muito tempo. O termo “Jim Crow” originou-se de um personagem de menestrel do século 19 que perpetuou estereótipos raciais e caricaturas de afro-americanos. Leis de Jim Crow foram promulgadas para impor a segregação racial em vários aspectos da vida pública, incluindo instrução, transporte, instalações públicas e acomodações.

Exemplos de leis Jim Crow incluíam escolas segregadas, assentos separados no transporte público, banheiros e bebedouros separados e restrições ao recta de voto por meio de testes de alfabetização e taxas de votação. Estas leis eram profundamente opressivas e discriminatórias, perpetuando a desigualdade e a injustiça racial.

O Movimento dos Direitos Civis das décadas de 1950 e 1960 desafiou e acabou desmantelando o sistema Jim Crow, levando a mudanças legislativas significativas e decisões judiciais, incluindo o caso histórico Brown v. Board of Education em 1954, que declarou inconstitucional a segregação racial nas escolas públicas. No entanto, o legado das leis Jim Crow continua a impactar a sociedade e os esforços para combater a discriminação racial e saber a verdadeira paridade continuam em curso.

4. Internamento de nipo-americanos (1942-1945)

O internamento de nipo-americanos durante a Segunda Guerra Mundial se desenrolou depois o ataque a Pearl Harbor pelo Poderio do Japão em 7 de dezembro de 1941. Em resposta ao susto público generalizado de espionagem e sabotagem, o presidente Franklin D. Roosevelt assinou a Ordem Executiva 1.066 em 19 de fevereiro de 1942, que autorizou a remoção forçada e o encarceramento de pessoas de progénie japonesa que viviam na costa oeste dos Estados Unidos.

Aproximadamente 120.000 nipo-americanos, dois terços dos quais eram cidadãos americanos, foram retirados à força de suas casas e colocados em campos de internamento espalhados pelo interno do país. Famílias perderam suas casas, negócios e pertences e foram submetidas a duras condições de vida nesses campos, cercados por arame farpado e guardados por militares.

O internamento é amplamente visto porquê uma violação grave das liberdades civis e dos direitos constitucionais, uma vez que visava um grupo racial e étnico específico sem provas de irregularidades. Em 1988, o governo dos EUA pediu desculpas formalmente pela internação e forneceu reparações aos detidos nipo-americanos sobreviventes e às suas famílias.

3. Lei Mann (1910)

O Lei Mannformalmente conhecida porquê Lei do Tráfico de Escravos Brancos, foi promulgada nos Estados Unidos em 1910. Esta lei federalista visava combater o transporte interestadual de mulheres e meninas para fins imorais, principalmente para prostituição ou prostituição.

A Lei Mann tornou ilícito o transporte de indivíduos através das fronteiras estaduais ou para países estrangeiros com o propósito de praticar atos imorais ou prostituição. A lei fazia secção de um movimento social e moral mais espaçoso para combater o tráfico de seres humanos e o que era percebido porquê a decadência moral da sociedade, particularmente no que diz saudação à exploração das mulheres.

Tudo isso parece muito bom. No entanto, a Lei Mann foi controversa e muitas vezes mal utilizada. Foi criticado pela sua linguagem vaga e pelo potencial de desfeita ao visar relações consensuais, particularmente aquelas que envolvem casais inter-raciais ou indivíduos envolvidos em relações não conjugais. Com o tempo, a Lei foi aplicada em casos que não tinham relação com a sua intenção original, contribuindo para uma reputação negativa.

Nos últimos anos, tem havido apelos para reavaliar e reformar a Lei Mann, reconhecendo as suas falhas históricas e defendendo uma legislação abrangente que aborde o tráfico de seres humanos, salvaguardando simultaneamente os direitos e o consentimento individuais.

2. Lei de Sedição de 1918

O Lei de Sedição de 1918 foi uma peça legislativa significativa promulgada nos Estados Unidos quando o país entrou na Primeira Guerra Mundial. Foi uma extensão da Lei de Espionagem de 1917 e tinha porquê objetivo suprimir dissidências e críticas aos esforços de guerra do governo, militares ou ao recrutamento durante um tempo de guerra. A lei tornou violação federalista o uso de linguagem desleal, profana ou abusiva sobre o governo dos EUA, a Constituição, a bandeira ou as forças armadas.

A Lei de Sedição foi altamente controversa e vista porquê uma violação direta da Primeira Emenda, que protege a liberdade de frase. Os críticos argumentaram que isso sufocava a liberdade de frase e violava os princípios democráticos fundamentais. A Lei foi utilizada para atingir socialistas, pacifistas, ativistas trabalhistas e outros indivíduos e grupos críticos da guerra.

Milhares de pessoas foram presas e centenas foram condenadas ao abrigo da Lei de Sedição. Muitas dessas condenações foram posteriormente anuladas e a lei foi revogada em 1920.

1. Lei Smith (1940)

O Lei Smith de 1940, formalmente conhecida porquê Lei de Registro de Estrangeiros, foi uma lei federalista dos EUA aprovada durante a Segunda Guerra Mundial que tornou violação tutelar ou ensinar a derrubada do governo dos EUA ou ser membro de qualquer organização que o fizesse. A lei tinha porquê fim tanto cidadãos porquê não cidadãos dos EUA, principalmente aqueles com afiliações estrangeiras.

Uma das principais motivações por trás da Lei Smith foi o susto de atividades subversivas e potencial espionagem por agentes estrangeiros durante tempos de guerra. A lei exigia que os residentes adultos não-cidadãos dos EUA se registrassem no governo, fornecendo seus dados pessoais e afiliações políticas.

A Lei Smith foi usada para processar líderes do Partido Comunista dos EUA e outros supostos grupos subversivos durante a era da Guerra Fria. Julgamentos notáveis ​​​​ao abrigo da Lei Smith incluem os julgamentos da Lei Smith de líderes do Partido Comunista em 1949, que foram criticados por violarem os direitos de liberdade de frase e por terem motivação política.

Com o tempo, partes significativas da Lei Smith foram declaradas inconstitucionais pelos tribunais devido a preocupações sobre violações da liberdade de frase e associação. Porquê resultado, a Lei Smith não é aplicada seriamente há décadas.

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